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Savassi

Localizada na região Centro-Sul de Belo Horizonte, a Savassi é conhecida pela grande quantidade de bares e por um desenvolvido comércio, sendo uma das regiões mais prestigiadas da cidade. O nome surgiu devido à padaria do italiano Amilcare Savassi, que se localizava na na Praça Diogo de Vasconcelos nos anos 30. A existência de um grupo de rapazes que se reunia às portas da padaria, a Turma da Savassi, famosa por suas peripécias noturnas, também contribuiu para popularizar o nome. A partir de 2011 o bairro passou por uma reestruturação da Praça da Savassi, implantação de uma ciclovia e construção de um estacionamento subterrâneo.

Pátio Savassi

O Pátio Savassi é reconhecido como um centro de compras de vanguarda, sofisticado e fashion, aonde as tendências da moda chegam primeiro. Construído dentro do conceito de life style center, o Pátio tem iluminação e ventilação natural, aceita cachorro no mall, tem acesso à rua, como uma galeria, e fica em plena Savassi, o charmoso bairro de compras da classe AB em Belo Horizonte, e um dos pontos de maior efervescência cultural da cidade. O Pátio Savassi reflete a vida que se passa do lado de fora do empreendimento. O projeto arquitetônico traz corredores que imitam as ruas do bairro, criando um ambiente agradável e descontraído, trazendo a atmosfera de compra de rua, com o diferencial do conforto e segurança.

Eclético, o Shopping reúne marcas conceituadas e exclusivas no mix, com grifes selecionadas para um público altamente qualificado. Além desse perfil comercial, o Pátio oferece atrações culturais, possui um anfiteatro com capacidade para 114 pessoas e restaurantes selecionados como o Café do Museu, Parrila Del Pátio e o Outback. Com 8 salas de cinema, amplas, confortáveis e tecnológicas, em 3D, é considerado um dos melhores de Belo Horizonte.

Essas características levaram o Pátio Savassi a se consolidar como um dos principais centros de compras de Belo Horizonte, sendo o preferido pelos clientes também como lugar para passeio e entretenimento.

Praça Diogo de Vasconcelos

A Praça Diogo de Vasconcelos, mais conhecida como Praça da Savassi, fica no bairro Funcionários, numa região que também passou a ser genericamente chamada Savassi. O nome está ligado a uma padaria famosa, da família Savassi, que existia no local. Na década de 40, era ponto de encontro de políticos e da alta sociedade. Com o passar do tempo, a Savassi se firmou como centro comercial sofisticado, transformando-se, mais tarde, em point da juventude e de grande concentração de bares, restaurantes e comércio.

Feira Savassi

é realizada toda quinta-feira desde 1996. Atualmente a feira está na rua Tomé de Souza, entre a rua Pernambuco e a avenida Cristóvão Colombo.

Em um mesmo lugar se pode reunir os amigos depois do expediente para uma cerveja, e se pode comprar frutas, verduras, queijos e doces para levar pra casa. A feira costuma encher o quarteirão, pela animação e pelos preços (quase metade do praticado na região). Começa meio-dia, mas vai até o fim da noite.

Circuito Cultural da Praça da Liberdade

Impossível passear por Belo Horizonte e não conhecer o Circuito Cultural Praça da Liberdade. Um belo local para aprender um pouco sobre a história da capital de Minas. O circuito foi implantado por meio da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a iniciativa privada, para oferecer à população espaços de conhecimento, arte e cultura. Como resultado, a população ganha um rico conjunto com equipamentos culturais, além do Palácio da Liberdade e do centro de apoio Turístico Tancredo Neves ("Rainha da Sucata").

Cada prédio, que antes era utilizado por alguma Secretaria de Estado, foi transformado em um espaço cultural aberto à visitação. Museus, bibliotecas e centros culturais estão instalados no entorno de um dos locais mais visitados da capital mineira: a Praça da Liberdade. E para atrair os turistas e a população de Belo Horizonte, algumas reformas estão sendo feitas. Com o apoio de empresas privadas, a Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa está sendo restaurada e toda informatizada. O Museu Mineiro e o Arquivo Público também passaram por uma reforma e modernização em seus sistemas e estão recebendo um espaço para café. Além disso, o Instituto Oi Futuro apoiou a restauração do Palácio da Liberdade, e agora a população pode visitar o local todos os últimos domingos de cada mês.

O SERVAS - Serviço Voluntário de Assistência Social - também integra o Circuito Cultural da Praça da Liberdade. é sede do Museu Clube da Esquina, que faz a implantação do Centro de Referência da Música de Minas em conjunto com a Secretaria de Estado de Cultura de MG. Essa iniciativa destaca e estimula a cultura em Minas, nesse caso, a música mineira.Secretaria Municipal de Regulação Urbana (SMARU), o Conselho Estadual do Patrimônio (Conep) e a Secretaria do Meio Ambiente (SMAMA).

A restauração de todos os edifícios são supervisionadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG).

Praça da Liberdade

Localizada no alto da Avenida João Pinheiro, a Praça da Liberdade está entre os pontos turísticos mais importantes de Belo Horizonte. Ela foi construída em 1903, sobre grande influencia do paisagismo inglês naturalista. Mais tarde, em 1920, sua reforma sofreu grande influência do paisagismo francês, ganhando traçado geométrico, inspirado nos jardins do Palácio de Versailles. Os terraços, os lagos, as vegetações e as esculturas complementam sua arquitetura e reafirmam essa influencia. O objetivo da praça foi, durante muito tempo, abrigar a sede do poder mineiro, composta pelos prédios do Palácio do Governo e das primeiras Secretarias de Estado. Ao longo dos anos, o complexo foi recebendo construções de diferentes estilos arquitetônicos, sendo hoje tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - Iepha-MG.

A construção paisagística da Praça da Liberdade foi idealizada em conformidade com as funções e valores sócio-políticos de seu entorno. Quem contempla a praça a partir da Avenida João Pinheiro, consegue perceber com facilidade suas linhas convergindo para a alameda de palmeiras imperiais, que conduzem o olhar do observador para o Palácio da Liberdade, artifício típico do paisagismo francês. Além da diversidade de flores e árvores, o jardim possui um coreto e duas fontes luminosas.

Palco de lutas, celebrações, atividades culturais e referência das luzes de Natal, a Praça da Liberdade é também um lugar onde pessoas de todas as idades se reúnem em agradáveis momentos de lazer e descontração. O conjunto da praça, com seus elementos e circulações generosas, possibilita também a prática de esportes, como caminhada e corrida.

Churrascaria Fogo de Chão

Inaugurada no bairro da Cavalhada, em Porto Alegre, a churrascaria propôs um conceito novo: o de churrascaria dentro da cidade. O costume era tê-las na beira da estrada. O raciocínio foi simples: em vez de atender basicamente caminhoneiros, buscou-se os engravatados dos centros financeiros. Hoje é comum ver presidentes de empresas comendo Picanha nos restaurantes, no Brasil ou nos EUA.

Localizada na Savassi, a Fogo de Chão Belo Horizonte é um dos endereços mais prestigiados da capital mineira.

Chevrolet Hall

Com o Chevrolet Hall, Belo Horizonte entrou definitivamente no roteiro das turnês de importantes artistas nacionais e internacionais. Já passaram pelo palco do Chevrolet Hall nomes como Alanis Morisette, Caetano Veloso, Ibrahim Ferrer, Gilberto Gil, Norah Jones, Marisa Monte, Mercedes Sosa, Milton Nascimento, Rita Lee e ainda vários outros.

A casa adota o estilo moderno e informal das grandes arenas e oferece espaço para a música em todas suas vertentes. Essas características fazem do Chevrolet Hall uma casa de espetáculos receptiva aos mais diversos públicos e uma importante referência cultural para a cidade.

A configuração de seu ambiente permite a flexibilização de uso. A casa conta com teatro, arena, sala multiuso e quadras; distribuídos em três pisos. São 11.600 m² de área coberta. Assim, além dos shows, o Chevrolet Hall é palco também para feiras, palestras, apresentações circenses e teatrais, recepções e eventos esportivos e empresariais.

O projeto arquitetônico foi inteiramente planejado com cuidados sócio-ambientais. Por esse motivo, na realização de muitos eventos são utilizadas apenas iluminação e ventilação naturais. E a estrutura da casa possibilita a acessibilidade de todos os públicos, permitindo o deslocamento e a acomodação, de forma fácil e segura, de pessoas portadoras de necessidades especiais.

Feira Hippie

Pioneira no Brasil, a Feira Hippie foi criada por um grupo de artistas e artesãos em 1969, na Praça da Liberdade. Oficializada em 1972 pela Prefeitura, a feira passou por vigoroso processo de crescimento e reconhecimento nacional e internacional em virtude da qualidade dos trabalhos ali comercializados. Em 1991 a feira foi transferida para a Av. Afonso Pena, no centro, agregando nessa mudança outras feiras antes espalhadas pela cidade. Surgiu então a maior feira de artesanato e variedades a céu aberto da América Latina.

Com cerca de 2300 expositores organizados em 17 setores, a Feira Hippie tem público estimado em 80 mil visitantes semanais, emprega mais de 11 mil pessoas diretamente e 20 mil indiretamente, além de responder por 0,4% do PIB da cidade.* Estatísticas relevantes para um evento que reúne apenas artistas, artesãos e pequenas manufaturas uma única vez por semana, aos domingos, das 07 às 14 horas.

Tendo como base atual a comercialização de manufaturas, a feira mantém intacta as suas raízes mais verdadeiras e profundas: a criatividade, a exclusividade e a qualidade dos produtos ofertados, bem como o atendimento diferenciado, informal e amigo.

A Feira Hippie é hoje, sem dúvida, o maior atrativo turístico e um dos maiores polos de desenvolvimento comercial e humano da capital mineira. Impossível conhecer tudo em apenas um dia de visita; impossível visitar uma vez e não querer voltar.

Mineirão

O Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Mineirão, é um estádio de futebol localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Inaugurado em 1965, é o quinto maior estádio do Brasil, já tendo sediado cinco finais da Copa Libertadores, uma Copa Intercontinental e escolhido como uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014. Em 2003, foi tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.

Em Junho de 2014, tornou-se primeiro estádio brasileiro e o segundo do mundo a conquistar a categoria máxima de certificação ambiental Leedership in Energy and Environmental Design, concedida pelo Green Building Council Institute.

Lagoa da Pampulha

Cartão postal de Belo Horizonte, a Lagoa da Pampulha representa, mundialmente, as propostas de modernidade dos anos 40. Turistas e moradores da capital têm contato com o conjunto de intervenções urbanísticas e construções reveladoras da interação entre a arquitetura, as artes plásticas e o paisagismo de fino gosto. O gênio criador, Oscar Niemeyer marcou profundamente o espaço urbano que se estendeu para além dos limites da cidade projetada e circunscrita ao anel da Avenida do Contorno.

Conjunto Arquitetônico da Pampulha

O Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, MG, foi projetado por Oscar Niemeyer, sob encomenda do prefeito Juscelino Kubitschek, e construído entre 1942 e 1944.

Juscelino desejava desenvolver uma área ao norte da cidade, chamada Pampulha. Encomendou então ao jovem e já reconhecido arquiteto, Oscar Niemeyer o projeto de um conjunto de edifícios em torno do lago artificial da Pampulha: um cassino, uma igreja, uma casa de baile, um clube e um hotel. À exceção do hotel, o conjunto se concretizou com a inauguração em 16 de maio de 1943, nas presenças do presidente Getúlio Vargas e do governador do estado de Minas Gerais, Benedito Valadares.

Parque Ecológico da Pampulha

O parque tem o ambiente ideal para quem busca, sozinho ou com a família, espaço para soltar pipas, fazer uma caminhada na pista de cooper, andar debicicletas de aluguel ou brincar no playground de madeira.

Debaixo da sombra das árvores, a boa pedida é fazer um piquenique bem em frente ao espelho d´água artificial. O local conta também com um coreto, onde ocorrem apresentações culturais grátis. O espaço privilegiado para lazer, entretenimento e qualidade de vida ocupa 300 mil metros quadrados, divididos em três áreas: uma para visitação pública, outra para passeios monitorados de pesquisadores e uma restrita, que é a reserva florestal de árvores e plantas representativas da Mata Atlântica, do Cerrado e da Floresta Amazônica.

As atrações do parque incluem o Memorial da Imigração Japonesa, construído para celebrar os 100 anos da imigração japonesa no Brasil, completados em 2008. Na construçãodo Memorial, foram utilizadas 350 toneladas de aço. O monumento consiste em uma ponte de aço suspensa sobre um grande espelho d'água. As extremidades da ponte representam simbolicamente o Japão e o Estado de Minas Gerais, separados geograficamente por um oceano (representado pelo espelho d'água), mas ligados por uma "ponte" de ideias e ideais. Ao centro dessemonumento,está localizado o pavilhão suspenso de arte contemporânea. Trata-se de uma sala pintada integralmente de vermelho, cor predominante nas bandeiras do Japão e de Minas. As rampas de acesso a esse pavimento também representam as duas culturas. Uma delas cercada por ipês brancos, representando o Estado e a outra rodeada por cerejeiras, simbolizando o país nipônico.

Igreja São Francisco de Assis

Em linhas curvas, em tons azuis, é totalmente revestida por azulejos e painéis de Cândido Portinari, que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco, com escultura de Alfredo Ceschiatti e pastilhas de Paulo Werneck. Considerada uma das grandes obras de Niemeyer e Portinari, a Igrejinha da Pampulha é emoldurada pela lagoa e pelos belos jardins de Burle Marx.

Endereço: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3000 - Pampulha

Igreja Batista da Lagoinha

Igreja Batista da Lagoinha é uma igreja evangélica batista pentecostal localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais. Márcio Valadão é o atual pastor da igreja. A igreja tem cerca de 61.524 membros, mas tem cerca de 8.000 lugares. é uma das igrejas evangélicas mais conhecidas do Brasil. A igreja tornou-se conhecida através do ministério de louvor Diante do Trono, que é um dos ministérios da igreja.

Em 2011 foi anunciada a construção do novo templo da Igreja da Lagoinha, que comportará cerca de 35.000 pessoas.

Atualmente a Igreja Batista da Lagoinha está localizada na Rua Manoel Macedo, 360, no bairro São Cristóvão, em Belo Horizonte, isso até a inauguração do novo templo que acontecerá em breve.

Palácio das Artes

é um espaço dinâmico que proporciona a fruição das mais diversas expressões e linguagens artísticas e em que circulam diariamente artistas, curadores, maestros, diretores artísticos, produtores, gestores, pesquisadores, estudantes de arte e público em geral. O Palácio possui, ainda, o Centro de Convivência João Etienne Filho, que conta com uma biblioteca e uma midiateca acessível ao público.

O seu conjunto arquitetônico abriga também o Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar) que oferece os cursos de dança, teatro e música e que proporciona uma convivência instigante e provocadora de professores, artistas e alunos.

Todo o processo de criação dos Corpos Artísticos da Fundação Clóvis Salgado - Cia. de Dança Palácio das Artes, Orquestra Sinfônica e Coral Lírico de Minas Gerais - ocorrem nas dependências do Palácio das Artes, onde os grupos ensaiam diariamente e recebem artistas de todo mundo para workshops, ensaios espetáculos de dança, música, ópera etc. é neste espaço múltiplo que a cadeia da arte se realiza: a criação, a produção e a difusão junto ao público.

Parque Municipal das Mangabeiras

Encravado na Serra do Curral, o Parque Municipal das Mangabeiras é um dos maiores e mais belos redutos ecológicos de Belo Horizonte. Com projeto paisagístico assinado por Burle Marx, é a maior área verde da cidade, com 2,3 milhões de m2 de matas nativas, onde se pode fazer trilhas no meio de micos, esquilos e outros animais silvestres. E tem ainda quiosques, quadras poliesportivas, brinquedos para crianças e arenas para shows e teatros.

Endereço: Avenida José do Patrocínio Pontes, 580 - Mangabeiras

Inhotim

O Instituto Inhotim começou a ser idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz a partir de meados da década de 1980. A propriedade privada se transformou com o tempo, tornando-se um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Os acervos são mobilizados para o desenvolvimento de atividades educativas e sociais para públicos de faixas etárias distintas. O Inhotim, uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), tem construído ainda diversas áreas de interlocução com a comunidade de seu entorno. Com atuação multidisciplinar, o Inhotim se consolida, a cada dia, como um agente propulsor do desenvolvimento humano sustentável.

Congonhas

Situada a setenta quilômetros de Belo Horizonte, Congonhas possui um expressivo conjunto de riqueza barroca do maior artista do gênero no Brasil: Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido pelo apelido Aleijadinho. No adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Aleijadinho esculpiu em pedra-sabão as famosas imagens de doze profetas em tamanho real que são visitadas anualmente por milhares de turistas do Brasil e de todo o mundo.

Além disto, as seis capelas que compõem o Jardim dos Passos em frente à basílica representam a via Sacra com belíssimas imagens esculpidas em cedro também por este grande artista barroco. Em 1985, todo este conjunto foi tombado pela UNESCO e transformado em patrimônio cultural da humanidade.

Os principais atrativos de Congonhas são: Basílica Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Romaria, Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Igreja do Rosário, museu da Imagem e Memória e o Parque da Cachoeira.

Ouro Preto

O título de Patrimônio Histórico da Humanidade não foi concedido por acaso a Ouro Preto. A cidade abriga o maior conjunto arquitetônico do barroco brasileiro, preservando jóias como as igrejas de São Francisco de Assis, considerada o ícone do estilo no país e obra-prima de Aleijadinho; e de Nossa Senhora do Pilar, ornamentada com mais de 400 quilos de ouro.

Em meio às ladeiras de paralelepípedo que recortam toda a antiga Vila Rica, estão ainda chafarizes, capelas, museus e um belo casario colonial que guardam e contam histórias dos séculos 17 e 18, épocas da pujança das minas e da Inconfidência Mineira.

Durante o dia, o programa é desvendar altares e imagens, garimpar peças nos antiquários e feiras de artesanato em pedra-sabão, bater perna pelas lojas e cafeterias da Rua Direita... Para tal, não esqueça dos sapatos confortáveis, que também são bem vindos para curtir a noite nos bares ou nas festas que agitam as repúblicas de estudantes.

Mercado Central

Uma mistura de religiosidade, cultura popular, tradição e contemporaneidade fazem do Mercado Central de Belo Horizonte um dos cantinhos mais aconchegantes da cidade. Lá se encontra de tudo. Se está com fome pode pedir comida mineira ou comprar ingredientes para fazer em casa. Se está com sede, pode convidar os amigos para uma boa cervejinha. Se busca algum tipo de proteção religiosa, pode comprar os mais variados artigos religiosos e esotéricos. Qualquer tipo de cura pode ser encontrado por lá: curas para a alma e para o corpo. Afinal, tem ervas para todos os tipos e gosto, que resolvem de intestino preso &aagrave; impotência. Artesanato mineiro, floricultura, brinquedos e roupas. Mas para quem quer dar só um passeio, também pode passar por lá. Tem "causo" mineiro em cada canto daquele lugar. Essas histórias da cultura popular, meio verdade, meio crendice, ajudam também a contar um pouquinho da história de Belo Horizonte.

Museu da Cachaça Vale Verde

Criado em 1989, graças ao acervo que o empresário Luiz Otávio Pôssas Gonçalves tinha em casa o Museu da Cachaça do Vale Verde, recebe exemplares de vários lugares e conta hoje com mais de 2500 diferentes marcas. Os visitantes são convidados a fazer uma viagem no tempo pelos painéis que ilustram a história da bebida, desde os primeiros relatos no Egito antigo até os dias de hoje. A Cachaça Chipanzé, de 1935, é a mais antiga. As cachaças com nomes curiosos costumam despertar ainda mais a atenção do público, como nos casos da "Consolo de Corno" e da "Amansa Sogra". Mas a principal atração do Museu é a cachaça Pelé Caninha, dedicada ao ex-jogador pela conquista da Copa de 1958. No Museu da Cachaça ainda podem ser encontrados alambiques de cerâmica e de pedra sabão, enchedora de garrafa, tampadora, engenho manual, picadora de cana, dentre outras peças utilizadas na produção da cachaça.

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